A Pátria, o mundo inteiro

Monumento brasileiro em Pistoia

A bandeira é só um símbolo. Mas quando ela estufa ao vento e põe as nossas cores lá no alto, é preciso respeito. A República merece respeito. Não pode ser tratada como se não tivesse dono, por pessoas que só vêem a Pátria como uma fonte de ouro, que não pertence a ninguém e pode ser roubada impunemente. O povo é o dono da Pátria. Basta de cuspir na bandeira. Chega de ofender a Pátria. Chega dos saqueadores, dos usurpadores, dos corruptos. É tempo de cada um (e de todos de bem) proteger a República, ajudar a cuidar dela. A propósito, a bandeira que tremula com orgulho neste céu azul é de uma terra sagrada. O Monumento Votivo Brasileiro em Pistoia, região da Toscana, na Itália. O lugar que foi, durante muitos anos, o cemitério dos brasileiros mortos naquele país durante a Segunda Guerra Mundial. Gente que deu a vida pela Pátria, não só a brasileira, mas a italiana. Gente que lutou pela honra de ser brasileiro, de ser herói. De libertar o mundo dos tiranos.

“Que não se vanglorie quem ama seu próprio país, mas sim quem ama o mundo inteiro” Bahá´u´lláh

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Qual é a sua música?

Que música fazia sucesso no dia em que você nasceu???

http://www.joshhosler.biz/

A música que tocava no dia em que você nasceu

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Maitê participa de campanha contra Belo Monte

Maitê engajada

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Atores contra Belo Monte

Movimento Gota d´água contra Belomonte

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Atrás da melhor imagem (um Brasil distante)

O repórter cinematográfico Walcir Veiga nas alturas

Estávamos em Querência do Norte, no nordeste de Mato Grosso, bem perto do Parque Nacional do Xingu. Sobrevoávamos a fazenda e Walcir pediu ao piloto pra tirar a porta do avião. Foi um vôo tranquilo, a baixa altitude, o piloto contou que estava acostumado, já que o plantio de sementes de pastagem era feito de avião! A propriedade pertencia ao empresário Pelerson Penido, mineiro radicado em São Paulo, onde fêz fortuna graças a muito talento e trabalho. Era imensa: 70 mil hectares. Voava-se 40 minutos para dar a volta em toda a área. Metade pasto, metade floresta amazônica intocada. Tinha 18 retiros para um rebanho numeroso de gado nelore. Era uma cidade, com igreja, hidrelétrica, fábrica, dezenas de casas para os funcioários e nos retiros afastados energia solar, tv com parabólica e conforto para as famílias dos empregados. O “doutor” Pelerson tinha na época 83 anos. Mas não era fácil acompanhá-lo nas lidas da fazenda. Homem de disposição impressionante para a idade. Walcir, eu e Jota Manoel, nosso auxiliar técnico ficamos uns 2 dias lá. Rodamos tudo. Fizemos uma grande matéria para a TV Centro América. E soubemos que um dos retiros, uma antiga sede da fazenda, tinha sido uma pista de pouso e uma base militar na luta contra a guerrilha do Araguaia. Descemos ali, fizemos algumas imagens. Deu arrepios só de pensar que aquele lugar foi palco de uma guerra civil contra a ditadura. Um dos mais fortes focos de resistência armada contra os militares.  Foram meses de perseguição aos guerrilheiros. Um deles chegou a trabalhar na fazenda, sem ser identificado. Nunca mais voltei lá, mas tenho curiosidade de ver como está hoje o Rio Suiá-Missú, que cortava boa parte da propriedade.

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O “gênio indomável”

Valdeci Queiróz é um daqueles caras cheios de história. Teria muitas pra contar, mas acho que uma basta para lembrar do talento desse repórter cinematográfico. Seguíamos dentro de uma caminhonete, por uma estrada de terra dentro de uma fazenda no norte de Mato Grosso, alvo da fiscalização dos órgãos ambientais por um grande desmatamento e uma queimada em parte da área. De repente, o motorista olhando pelo retrovisor, disse que tinha avistado uns macacos. Estávamos no banco de trás, Valdeci na janela e eu ao lado. Na mesma hora, empurrei ele pra fora do carro e provoquei: grava Valdeci, grava! Ele já havia saído do carro com a câmera ligada e mesmo sem ver direito onde os bichos estavam, foi fazendo o foco, acertando o enquadramento e registrou aquela cena incrível de um casal de macacos-prego, com dois filhotes, desnorteados, pulando sobre os troncos das árvores derrubadas. Um flagrante que só o gênio indomável do Valdeci poderia fazer.  Digo isso, porque quem conhece o cara, sabe que uma das maiores qualidades dele é a teimosia. A reportagem saiu com destaque no Jornal Nacional e aquela cena rodou o mundo pela Globo. Graças ao talento do Valdeci e, modéstia à parte, ao meu empurrãozinho, já que ele não gostava de sair gravando assim, na correria, sem poder produzir bem uma imagem. Saudade de você, Valdeci. Das nossas idas ao Pantanal, do guaraná ralado e do pantanês, que é um dos idiomas mais sonoros do mundo!

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Atrás da melhor imagem

O repórter cinematográfico Gil Bermudes em ação

Gil tem uma ligação forte com tevê. O pai, Osni Bermudes, foi um dos pioneiros da tv no Paraná. Criador de uma engenhoca chamada “traquitana”, ele foi o precursor dos efeitos especiais na tv. Fazia “milagres”, mágica mesmo para encantar os telespectadores, em comerciais, e no jornalismo também. Gil só podia seguir carreira no meio. E se tornou um dos talentosos repórteres cinematográficos da RPCTV. Na foto, em recente matéria produzida em Morretes e Paranaguá, nos locais atingidos pela enchente de março de 2011. Valeu Gil pelo trabalho e pela parceria.

 

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O que aprender com Ivo Arzua

À esquerda, Ivo Arzua, do outro lado, Jorge Narozniak

Ivo Arzua Pereira foi prefeito de Curitiba entre 1962 e 1967. Foi ministro da Agricultura de 1967 a 1969. Vários livros publicados. Uma lista extensa de atividades, cargos e realizações. Um homem com um currículo de grandes serviços prestados à Curitiba, ao Paraná e ao Brasil. Sempre com uma marca comum a todos os postos, funções, atividades que exerceu: a honestidade. Arzua vive no apartamento que comprou financiado pelo banco. Pagou até a última parcela para se tornar dono do imóvel. Naquele dia foi notícia de jornal e matéria na tevê. “Honestidade virou manchete”, destacou um diário de São Paulo. Em tempos de denúncias de corrupção, casos escabrosos de desvio de dinheiro, de má administração do bem público, de tantos exemplos do “mal-feito”, como disse recentemente a nossa presidente, é bom poder ouvir pessoas como Ivo Arzua. Tentar aprender com ele, tentar entender porque é tão difícil (ou impossível?) encontrar hoje políticos assim. Em breve, a entrevista com ele vai estar na ÓTV, canal 11 da NET Curitiba, no programa Passado e Presente, que vai ao ar toda terça-feira, às 21h30. É possível ver em tempo real pelo site: http://www.otv.tv.br.

Os filhos, dedicados e conscientes do pai que tem, da herança de bom caráter e espírito de serviço público, mantem a memória deste ilustre brasileiro em: http://www.arzua.com.br

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Qual é o vôo?

To Lviv, off course

Partida 10hs, Z6 41, turbo-hélice da Dniproavia. Chegamos às 7h no aeroporto, pensando estar atrasados. Deu tempo de dormir mais um pouco, tomar um café e tirar uma foto.

 

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O “Buda do Samba”

“O BEM”

Música de Arlindo Cruz e Délcio Luiz, que diz assim:

O bem ilumina o sorriso / Também pode dar proteção / O bem é o verdadeiro amigo / É quem dá o abrigo / É quem estende a mão / Num mundo de armadilhas e pecados / Armado, tão carente de amor / Às vezes, é bem mais valorizado / Amado e endeusado quem é traidor / (O bem é pra acabar com o desamor) / Se a luz do sol / Não para de brilhar / Se ainda existe noite e luar / O mal não pode superar / Quem tem fé pra rezar diz amém / E vê que todo mundo é capaz / De ter um mundo só de amor e paz / Quando faz só o bem / Quando só faz o bem.

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