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lá e cá
Publicado em "Time and a word", Um tempo, um lugar
Com a tag Facebook, Fernando Parracho, página de Fernando Parracho no Facebook
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quem vai ouvir os índios
Publicado em "Time and a word", Meio ambiente, Um tempo, um lugar
Com a tag Altamira, Amazônia, índios, Belo Monte, hidrelétrica de Belo Monte, meio ambiente, Munduruku, Pará, rio Xingu, Teles Pires, Usina de Belo Monte
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tenha ouvidos para os índios
Temos que entender o seguinte: choro de índio é igual a choro de fazendeiro, empresário, industrial, agricultor e qualquer outra categoria da sociedade. Todos tem o direito de “chorar”, espernear, discutir, resistir, lutar pelo que acreditam. Não adianta ficar apenas “criminalizando” o que nem crime é. Batalhar, organizar-se, aprender a ler e escrever, articular-se, pensar e agir para defender os seus direitos previstos em lei, isso tudo é exercício da democracia. Ou esta palavra também virou vítima da perseguição ideológica entronizada na vida do país…?! Arre, vamos por ordem nessa bagunça! Prestem atenção ao atirar, mesmo com balas de borracha: eleições se aproximam e o povo está ficando cada vez mais exigente para escolher seus representantes.
Publicado em "Time and a word", Meio ambiente, Um tempo, um lugar
Com a tag Altamira, índios, Belo Monte, hidrelétrica de Belo Monte, meio ambiente, Munduruku, rio Xingu, Teles Pires, Usina de Belo Monte
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Passeio pelo Passeio
Publicado em "Time and a word", Meu Paraná, Um tempo, um lugar
Com a tag Meu Paraná, parques de Curitiba, Passeio Público
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Incriveland
Incrível. Só essa palavra pra definir o rapto de três mulheres há dez anos e o aprisionamento delas pelo motorista e músico (!) Ariel Castro, o maluco com a maior cara de doido que já se viu. A história foi em Cleveland, cidade americana que para mim poderia ser chamada a partir de agora de “incriveland”, pelo inusitado da situação. Procuraram pelas mulheres, mas nunca desconfiaram de Ariel, que fazia churrascos e distribuía sorrisos pela vizinhança. O maluco chegou a ter filhos com as mulheres, uma das crianças tem hoje 6 anos, as outras foram abortadas. As mulheres foram dadas como mortas pela polícia de Cleveland, que deve ser uma polícia de uma competência incrível! Incredible Cleveland! Incrível sociedade em que 3 mulheres tomam chá de sumiço, ficam submetidas a cárcere privado nas barbas da família, no bairro onde moravam e de onde sumiram, sem que nunca, ninguém tenha desconfiado do maluco Ariel, que deve ter parte com o excomungado pra ter os super poderes de fazer sumir, desaparecer e ludibriar a todos por tanto tempo. Os americanos parecem ter o talento de produzir na vida real roteiros de filmes bem antes de alguém suspeitar que eles um dia possam fazer boas bilheterias. E também sabem como ninguém reproduzir na real o que eles viram um dia nas telonas. Porque essa história de sumir com alguém, levar pra casa e manter preso, sob abusos e violência já se viu no cinema, né? Eu hein!? De Cleveland, eu quero passar longe.
Publicado em Um tempo, um lugar, Uncategorized
Com a tag Ariel Castro, Cleveland, sequestro das três mulheres
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Outra dessas pop
Sabe aquelas músicas que te perseguem? Que tocam em momentos críticos ou especiais, ou os dois, e que vão e vem ao longo da vida, como se fossem parte da tua trilha sonora? Que parece que vão ficar te observando, a cada coisa que você fizer?
Publicado em "Time and a word", Trilho sonoro, Um tempo, um lugar
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Outra daquelas igual…
Ei, ei, ei, ei! A geometria da lua, quadrantes da alma escondida, esperta, à espreita, esquerda e direita… se a lua acender, talvez eu possa entender o que diz a canção, que aparece, enternece, arrefece a alma. O meu sonho é desprender, desses vôos de só, em direção à lua, rumo ao interior da alma.
Canta Milton!!!
Publicado em "Time and a word", Trilho sonoro, Um tempo, um lugar
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The real thing
Reportagem fotográfica sobre a violência…
This is not Tarantino, This is only the real life.
http://blogs.denverpost.com/captured/2013/05/02/photos-brazils-gun-culture/6019/
http://oglobo.globo.com/pais/cenas-do-mundo-do-crime-em-salvador-8267136
Publicado em "Time and a word", Um tempo, um lugar
Com a tag fotografia, Lunaé Parracho, Reuters, Salvador, violência
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“Era grande o nosso mundo!”
“Nossa floresta e nosso rio são um dos últimos patrimônios do Brasil. É triste pensar: por que tantas barragens num rio só?”, questiona Saw Exebu, ya’õ muwênat (porta-voz) do cacique-geral do povo Munduruku.
É a primeira vez que Saw vê de perto a construção de uma barragem. Ele está entre os cerca de 200 indígenas que ocupam o principal canteiro de obras de Belo Monte desde a manhã de hoje. “Estou vendo o peso dessa obra aqui. Não queremos que isso aconteça em nossas terras. Nós não queremos que sejam construídas barragens na nossa casa”, afirma.
“Nossos antepassados contam que nossas terras iam de Belém até as cabeceiras do Tapajós. Era grande o nosso mundo. Nós tivemos perdas de terras demais já. Chega.”
“O governo tem que nos respeitar. Quer fazer uma obra de qualquer jeito – isso não é certo. Essa é nossa posição. Enquanto tivermos vida, iremos lutar. Essa é a prova da nossa resistência.”
“Era grande o nosso mundo. Nós tivemos perdas demais. Sabemos que o impacto da construção é muito grande. O Tapajós é um dos últimos patrimônios do brasil, esse rio e essa floresta. é triste pensar: por que tantas barragens num rio só?
“E no Teles Pires, Sete Quedas é o maior patrimônio cultural do Munduruku, onde estão enterrados nossos antepassados, onde os peixes se procriam, onde existe a mãe dos peixes e dos animais.”
“Os munduruku se reúnem aqui com outros povos, pra fazer aliança, pra lutar contra os planos do governo de violar os direitos dos indígenas. aqui é o momento de a gente reivindicar, cobrando. Nosso passado de caçador de cabeças passou. Nossa luta não é mais assim, assim como os modos dos brancos mudaram muito. Hoje nós queremos nossos direitos garantidos pela Constituição”, explica Saw.
“Esse mundo, o nao-índio não entende. aí veem nos assim e diz ” índio já tem tanta terra, indio é preguiçoso, não tao produzindo”. nós temos essa natureza que nao é de acumular grandes riquezas. sabemos que ela precisa ser respeitada, que uma árvore é útil pra nós, que o rio é importante, a natureza, o animais, pequenos insetos – pra nos, ela nos ensina, a gente depende dela.a floresta em pé da vida, dá alimento. por isso dizemos que a natureza é nossa mãe. ela que dá condições da gente sobreviver. A sociedade do nao-indio não compreende, não consegue entender que temos nossos próprios alimentos, não temos supermercado, shopping, não temos universidade, mas a natureza nos ensina. nós entendemos o ciclo dela.
A natureza nos ensina tudo. nossos antepassados deixaram isso. Aí o governo vem querendo construir essas obras como se não existisse vida ali. na verdade, se houver deserto, tem vidas também, e elas precisam ser respeitadas. Não só munduruku. os seres humanos todos, os animais, os pequenos insetos. é a natureza. então, tá faltando essa compreensão de que a natureza fez tantas leis e elas não fora cumpridas nem respeitadas. tem meio ambiente, ibama pra manter uma floresta em pé, pra que ela nao seja degradada, invadida. mas o próprio governo atropela essas leis.”
“A mãe natureza esta sendo desrespeitada, e ela acaba se vingando onde uma forma que o mundo não compreende isso. as catástrofes e desastres no mundo acontecem por causa disso. quem diz isso não somos nós, é a natureza. tá faltando consciência de quem está no governo.
Já chega de tanta destruição.”
“Nós lutamos juntos pela amazônia de pé.”
https://www.facebook.com/pages/Ag%C3%AAncia-Ra%C3%ADzes/325164910928882?fref=ts
Publicado em "Time and a word", Meio ambiente, Um tempo, um lugar
Com a tag Agência Raízes, Belo Monte, hidrelétricas do Tapajós, Hidrelétricas do Teles Pires, maior obra do PAC, Munduruku, obras do PAC, PAC, Rio Tapajós, Usina hidrelétrica de Belo Monte, usinas hidrelétricas na amazônia
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