O Caburaí por Platão Arantes

Acabo de receber email do Platão Arantes, com as seguintes observações:

“De acordo com o Ministério das Relações Exteriores e a Comissão Demarcadora de Limites, o Marechal Cândido Rondon Rondon nunca demarcou fronteira! Sua vinda a essa região se deu em função dos índios!”

Quanto ao escritor Henri Charriére, diz Platão: “Henri Charriére nunca foi célebre na realidade ele foi o maior farsante da literatura mundial”. E Platão ainda contribui com este link: http://plataopapillon.com.br/papillon/index.php?option=com_content&task=view&id=1&Itemid=1

Platão continua: “Sobre Papillon também compus uma letra mostrando todo seu sofrimento”: http://www.youtube.com/watch?v=1sAh3_WKmGY&feature=relmfu

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Do Caburaí ao Chuí

Em 1998 uma expedição científica e militar ao Monte Caburaí em Roraima, mudou a informação usada por muitos anos, de que o ponto extremo norte do Brasil é o Oiapoque, no Amapá. Este, na verdade, é o ponto mais ao norte do litoral brasileiro. Já as coordenadas do ponto extremo norte do território brasileiro, nos levam ao alto do Monte Caburaí, em Roraima, na fronteira com a Guiana Francesa. Eu participei da expedição em 1998, junto com um grupo de jornalistas e pesquisadores. Junto com o auxiliar técnico e cinegrafista Ricardo Cardoso (o Kuka), produzimos um programa para o Globo Ecologia. Seguimos as pegadas do Marechal Rondon, que fincou em 1930, no alto da montanha, um marco divisório de fronteira e do ponto mais ao norte. Porém, com o passar do tempo, este marco desapareceu. Alguns dizem que pela ação da natureza, outros afirmam que ele foi destruído. A questão principal, enfim, é que quando se fala em pontos extremos do nosso mapa, o correto é: do Caburaí ao Chuí. Naquela época, militares do Exército ratificaram as coordenadas marcadas por Rondon e, em 2005, construíram um novo marco (foto enviada por Platão Arantes). A expedição de 98, que também teve o apoio de um aguerrido esquadrão da Aeronáutica (esquadrão Harpia), fez com que alguns livros didáticos reconhecessem e alterassem a informação para que os estudantes pudessem conhecer a geografia correta do país. Porém, até hoje, ainda se faz muita confusão. O video me foi enviado pelo escritor e pesquisador Platão Arantes, um incansável batalhador pelas riquezas naturais e históricas de Roraima e do Brasil. Platão tem um livro publicado que fala da história de Papillon, o célebre livro autobiográfico do francês Henri Charriére, que ficou preso na Guiana.

O clip é didático, vale a pena conferir:

http://www.youtube.com/watch?v=JhwN9nU7bW4

 

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“democraciamente”

A gente faz tantas reportagens, encontra tanta gente diferente, nas mais diversas situações, que é difícil lembrar, tempos depois, de todas as histórias. Encontrei na rede com grande surpresa esta matéria. E foi bom reviver esse tempo, ainda mais revendo meus colegas e amigos Lídice Lanes e Elias Neto. Vida de repórter que já andou muito por aí. (naquela época magrinho, magrinho…)

 

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Dia do jornalista

O dia do jornalista é o mais longo de todos. Começa quando o sol levanta, no dia primeiro de janeiro e só termina quando ele se põe, em 31 de dezembro. Parabéns a todos os colegas e amigos que fazem desta uma profissão honrada.

7 de abril, pelo calendário, dia do jornalista.

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No more trouble (o gênio eterno, a voz da paz)

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Páscoa

A Páscoa é a ressurreição de Jesus, o Cristo. Significa morte e também vida, talvez a passagem mais espiritual e mística de toda a história cristã.  Hoje, os cristãos, católicos e de outras seitas, fazem fila para comprar e comer ovos de chocolate. Os ovos, dizem, representam a vida! E o chocolate, uma doce maneira de ganhar dinheiro?

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Pedras e carros

Uma das coisas que chamam a atenção em cidades do interior da Itália é a idade dos prédios, das casas. Tempo que se conta em séculos. As pedras sustentam a história de gerações, de sobrenomes, de fatos que se deram em frente às grandes e pesadas portas de madeira secular. As casas não são monumentos. São lares, escritórios, repartições. Estão lá até hoje para abrigar a vida de pessoas, das famílias, os negócios, a administração do lugar. E lá, como aqui, as pessoas ainda não dispensam os carros, embora tentem se contentar com os menores, mais econômicos, às vezes (e cada vez mais) elétricos. E como não há estacionamento pra tanto carro, eles deixam na rua, assim, metade sobre a estreita calçada. Pelo menos lá, não há o risco de furto. De você acordar pra ir pro trabalho e o carro ter sido levado na mão leve. Esta ruela aí da foto é em Pistoia, região italiana da Toscana.

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Fotógrafos registram o crack pelo Brasil

foto da capa feita pelo repórter fotográfico Lunaé Parracho

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Cocaína e crack

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algumas fotos são do Lunaé Parracho, em Salvador.

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Todas as flores de abril

 

De Qué Callada Manera

Nicolas Guillen

¡De que callada manera

se me adentra usted sonriendo,
como si fuera la primavera !
¡Yo, muriendo!

Y de que modo sutil
me derramo en la camisa
todas las flores de abril

¿Quién le dijo que yo era
risa siempre, nunca llanto,
como si fuera
la primavera?
¡No soy tanto!

En cambio, ¡Qué espiritual
que usted me brinde una rosa
de su rosal principal!

De que callada manera
se me adentra usted sonriendo,
como si fuera la primavera
¡Yo, muriendo!

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