Nos pedais da história

da esq.: Adailton Bittencourt, José Kalkbrenner Filho e Adir Romeo

Nesta terça, o Passado e Presente mostra os pioneiros do ciclismo em Curitiba. No estúdio, o campeão de provas de velocidade José Kalkbrenner Filho, hoje com 80 anos. “Kalk”, como é conhecido pelos companheiros de esporte, foi uma das revelações das corridas que levavam milhares de torcedores para as ruas do centro de Curitiba nas décadas de 1940 e 1950. A cidade era pequena, conta Kalk, com poucas opções de lazer. Talvez por isso, as corridas de bicicleta atraíam tanta gente. Kalkbrenner conta como o ciclismo o levou à fotografia, profissão onde atuou com sucesso por mais de 50 anos. Boas histórias de um tempo romântico, descrito nas palavras do jornalista José Carlos Fernandes, da Gazeta do Povo, como o “tempo em que os heróis andavam de bicicleta”!
Também vamos conversar com Adir Romeu, ciclista e treinador que já participou de várias competições, como os Jogos Panamericanos e campeonatos mundiais. Trabalha na Secretaria de Esportes e administra o velódromo do Jardim Botânico em Curitiba. Adir traz o ciclismo no sangue, é de uma família de ciclistas com tradição neste esporte. A conversa tem também a participação do jornalista Adailton Bittencourt, da RPCTV. “Gereba”, como é chamado pelos colegas, também é ciclista e pedala todos os dias de casa até o trabalho. Umas três vezes por semana ele vai um pouco mais longe, chegando a fazer 60 km na estrada!
Passado e Presente vai ao ar nesta terça, 21h30, na Ótv, canal 11 da Net Curitiba. Ou pelo site:

http://www.otv.tv.br/video/passado-e-presente-relembra-os-herois-do-ciclismo-curitibano/

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Sorrisos que fazem rir

Thais Flessak, Cris Mosol, Juliana Marques e Bruna Louise, “As Extraordinárias”

Elas se definem como “Extraordinárias” e, dando um desconto pra essa mania de querer “se achar”, elas não são nada menos do que isso. Alguns minutos ouvindo essas mulheres são suficientes pra você rolar de rir… pena que a grama tava meio úmida. Elas tem um humor rápido, ligeiro, sacana, vulgar (do jeito que a gente gosta de ouvir), humor inteligente que faz o riso se encher de dente. Elas “falam muuuuiiito”…. imagina quando discutem a relação?! No espetáculo, tem os “dramas femininos”, elas juram que vida de mulher é mais difícil do que de homem (tá bom…). Dizem que homem sempre mente (tão podendo né?) e que a mulher sempre sabe quando ele mente (tá bom…). Quatro estilos diferentes, quatro jeitos de contar piada como se fosse numa daquelas conversas que as mulheres tem quando vão ao banheiro juntas. Elas juram que contam o que as mulheres falam quando vão ao banheiro juntas. E aí, amigo, é que mora o perigo. Elas juram que na vida da mulher tem muita coisa além de homem (tá bom….) e elas dominam a técnica do “auto-bullying”, ou seja quando você mesmo se detona! Fala sério!…

“As Extraordinárias” – Teatro Regina Vogue – Curitiba – 18/8 às 21h e 19/8 às 20h. Vá rir um pouco!

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Nadie puede, nadie deve vivir sin amor

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Leia como quiser

Carro no pátio da Delegacia de Polícia de São José dos Pinhais

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Falar de Poty

Katia Velo, João Lazzarotto e Jorge Narozniak no estúdio da ótv

Uma conversa sobre Napoleon Potyguara Lazzarotto, ou simplesmente Poty Lazzarotto, artista plástico paranaense que marcou o traço na arte e na cultura do Brasil. A artista plástica e professora de arte Katia Velo, o irmão de Poty, João Geraldo Lazzarotto e o sempre companheiro, o jornalista Jorge Narozniak contam histórias curiosas do ilustrador de obras literárias, com gravuras de estilo inconfundível, painelista fantástico, que tem em Curitiba uma galeria de arte a céu aberto, com seus impressionantes e gigantescos trabalhos. Conhecer Poty é embarcar numa aventura na história e na arte do Paraná e do Brasil. Curiosamente, parte do acervo de Poty doada à Prefeitura de Curitiba para ser exposta permanentemente no Espaço Cultural do Portão, está encaixotada. O local, recém reformado, poderia abrigar estes trabalhos e servir para ensinar às crianças, alunos de escolas públicas que visitam o Espaço, sobre a vida, a obra e a importância deste artista. Dentro das caixas, este tesouro provavelmente vai mofar e apodrecer, triste destino de boa parte de nosso patrimônio cultural que cai na mão dos “administradores” públicos.

No programa Passado e Presente, terça-feira, 14/8, às 21h30 na Otv, canal 11 da Net Curitiba. Veja horário das reprises ou a íntegra do programa no site: http://www.otv.tv.br/programa/passado-e-presente/

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Efeito borboleta

Insetos deformados depois da liberação de altos índices de radiação nuclear no Japão. Se acontece com as borboletas, pode acontecer com a gente.

borboleta-sofre-deformidades-apos-acidente-nuclear-no-japao-diz-estudo.html

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Agosto seco

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marcas na areia, pegadas no coração

eu-e-meu-pai.html

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Reticenciar que eu juro…

Com a licença do autor, compartilho este video sobre a canção mágica do “setentão” Gilberto Passos Gil Moreira, com fotos muito significativas e reveladoras deste mestre da música e da poesia. Parabéns Gil, sete décadas não são sete dias!

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O ouro que veio e o que ficou

Eles tiveram tempo de se preparar pro jogo. Estiveram no estádio na véspera. Era a disputa de uma medalha de ouro inédita para o Brasil. Uma Olimpíada em jogo. Era só carimbar a campanha, boa por sinal. Era a seleção brasileira em campo. Mas eles subestimaram o adversário. Começaram a partida como se fosse um amistoso. Depois disso, foi um time sem capacidade de reagir. Parabéns pro México, sem nenhum gênio, sem craques, apenas um time competitivo, concentrado, focado na conquista! Será que desta vez a gente aprende a lição?

Elas começaram perdendo, jogando nem metade do que sabem e o adversário passeou em quadra. Quase não dava para acreditar. Mas no banco, elas se olharam e entenderam que o ouro vale ouro, suor, lágrimas, superação. Era a seleção brasileira e elas sabem que levam uma torcida, um país nas costas, na palma das mãos. A partir daí, foi uma virada sensacional, uma partida emocionante, um time mordendo os lábios, segurando os nervos, uma equipe de mulheres determinadas a levar pra casa uma vitória, a vitória que só conquista quem vai à luta, quem acredita e se entrega ao tudo ou nada. As jogadoras da seleção brasileira de vôlei foram gigantes! Parabéns! Será que a gente aprende a lição?

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