Murro na cara

O que acontece com quem protesta contra a Usina de Belo Monte, em Altamira, no Pará? A principal e maior obra do PAC que está sendo feita à revelia de populações nativas, indígenas, ribeirinhos e que vai provocar grande impacto ambiental no coração da Amazônia, sem que este impacto seja devidamente avaliado, estudado e compensado por meio de medidas palpáveis e concretas. De concreto mesmo, só o paredão da represa e a destruição da volta grande do rio Xingu. Brasil do PAC, que atropela quem é contra, como no murro do segurança na cara do ator. Belo Monte é um soco na cara de todos nós.

http://news.yahoo.com/photos/reuters-international-news-photos-1314895172-slideshow/brazilian-actor-dancer-tiago-gambogi-fights-security-guards-photo-182403931.html

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Lucidez sem paixão (do Blog Caixa Zero)

http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&id=1327105&tit=Uns-sao-mais-iguais-que-os-outros

 

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Raoni

http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/lider-indigena-pede-apoio-da-europa-contra-barragem-na-amazonia-1576996

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A Guarda (para Dalva e Evori)

A Guarda (para Dalva e Evori)

A Guarda….
que os anjos me guardem
e Deus também…
pois onde estamos
só Ele comanda
e a espuma se basta
no swell
é como se fosse um mel
que a gente produz quando ama
A Guarda
perto ali da Pinheira
onde o rio é uma banheira
que se enche de luz
tudo, no fim, vai dar mesmo no mar
onde Netuno guarda as sereias
para seu próprio navegar
onde Netuno é o rei
mas no fundo eu também sei
que o reino é natural
feito de sol, de água, de gás
e de sal
A Guarda…
guardai-me Senhor,
de eu ter um fardo pesado demais
de eu não ser um Bardo da paz
de eu não ser meredor de um pôr de sol
de uma ilha, um arquipélago, um atol
de um arco íris que sai do baú
de um amanhecer,
de um fim de tarde, nas areias
da Guarda do Embaú

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Conversas com Jimmy (reencontro)

Estivemos longe por um longo tempo. É aquela coisa: a vida empurra cada um para um lado e, por pequenas razões que vão se acumulando, a gente “se acostuma” à distância, a encontros cada vez mais raros. A ficar sem notícias, sem saber detalhes, cada um pensando que o outro está bem.  Mas sabendo de sua saúde, de que você de alguma forma precisa de ajuda, não há como justificar mais essa ausência. Agora que estamos prestes a nos reencontrar, a gente até fica meio desconfiado…como será que ele está? E a ansiedade é grande. Embora seja surpresa – ele não sabe que vamos nos rever, depois de tanto, de tantas coisas nas nossas vidas – eu sei que ele deve estar pressentindo a minha chegada. E sei que vai me olhar, antes que eu cruze o portão, com aquela inquieta maneira de se preparar para o abraço. É, amigo, em breve estaremos frente a frente e espero que agora a gente continue assim, por um bom tempo.

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O cheiro dos livros

Numa entrevista, ele contou que ainda criança ia à Livraria do Globo com o pai, ficava folheando os livros e sentindo o cheiro das páginas. Assim começou bem cedo um amor arrebatador pela literatura. Muito tempo depois, ele pegava um clássico, abria e pelo cheiro do papel, lembrava daqueles dias de guri, quando nasceu a paixão pelos livros, que aprendeu a reconhecer pelo “cheiro”. Peço pela tua saúde, Luis Fernando Veríssimo. Para que tu deixes logo este hospital. E possas continuar com teu trabalho genial, que faz a gente rir e chorar na mesma frase.
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Desistir para ter

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Béppi

Aos 83 anos, Giuseppe Bertollo continua na ativa. Músico, perdeu a conta de quantos bailes e festas animou com sua orquestra. Em quantos casamentos já tocou. Ainda dedilha o teclado e sopra o trumpete, que o fez músico do antigo Cassino do Ahú, em Curitiba, e da Caverna, boate de táxi girls de grande sucesso na capital nos idos de 1960 e tantos… O italiano veio para o Brasil com 18 anos, em 1947 (dois anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial) e se radicou em Curitiba. Em mais de seis décadas tocando e animando festas, “Béppi”, como é mais conhecido, é o entrevistado do programa Passado & Presente, que você pode ver às 21h30 desta terça no canal 11 da NET Curitiba ou pelo site: www.otv.tv.br

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O quiromante da terra

Depois de uma longa ausência, estou de volta ao blog, pra te convidar a conhecer a história e o trabalho deste paranaense, deste grande brasileiro, o professor Bigarella. O programa “Meu Paraná” deste último sábado, é dedicado a ele. Enjoy….

Parte 1: 2210434

Parte 2: 2210436

 

 

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Medo da morte

O repórter Marcelo Canellas compartilhou na rede social este video de Gilberto Gil cantando “Não tenho medo da morte”, que ele tinha acabado de ouvir num show em Brasília, no dia e na hora de seu aniversário. Em tempos de violência e opressão, política suja e corrupção, em tempos de dor e sofrimento, e também de luta pela valorização da vida e pela busca da felicidade, é bom ouvir Gil e seu canto budista sobre a morte. Se puder, ouça.

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