-
-
Posts recentes
Arquivos
- fevereiro 2022
- novembro 2021
- outubro 2021
- agosto 2021
- maio 2021
- abril 2020
- janeiro 2020
- dezembro 2019
- dezembro 2018
- setembro 2018
- março 2018
- janeiro 2018
- dezembro 2016
- novembro 2016
- julho 2016
- outubro 2015
- setembro 2015
- agosto 2015
- julho 2015
- junho 2015
- maio 2015
- abril 2015
- março 2015
- fevereiro 2015
- outubro 2014
- setembro 2014
- agosto 2014
- julho 2014
- junho 2014
- abril 2014
- janeiro 2014
- dezembro 2013
- novembro 2013
- outubro 2013
- setembro 2013
- agosto 2013
- junho 2013
- maio 2013
- abril 2013
- março 2013
- fevereiro 2013
- janeiro 2013
- dezembro 2012
- novembro 2012
- outubro 2012
- setembro 2012
- agosto 2012
- julho 2012
- junho 2012
- maio 2012
- abril 2012
- março 2012
- fevereiro 2012
- janeiro 2012
- dezembro 2011
- novembro 2011
- outubro 2011
- setembro 2011
Arquivos
Enjoy twitter
Tweets de fparrachoCategorias
fevereiro 2026 S T Q Q S S D 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28
psychodelic beat
Publicado em Ucrânia, Um tempo, um lugar
Deixe um comentário
Doce Ucrânia
Quando digo Ucrânia pareço estar dizendo vulcão, cravo vermelho, oceano infindável, montanha, rio congelado, fruta acre Mas tudo se torna tão leve e doce quando respiro teu vento frio ou sinto as palavras mordidas, indecifráveis que saem dos teus lábios da boca doce da Ucrânia como um mel de sabor insuperável Quando penso na Ucrânia me vem à cabeça um irmão de uma força contagiante de uma coragem de aço eu vejo rebeldes brandindo as espadas da liberdade eu vejo as mulheres em bordados coloridos eu vejo crianças sorrindo, crescendo num mundo bem diferente Quando digo Ucrânia é como se eu dissesse Brasil e tudo que dessas duas palavras emana sinto estar dizendo: manhã! seja bem vinda em toda glória e esperança (escrito em 14/10/11, a bordo de um velho turbo hélice, em algum lugar do céu da Ucrânia)
Publicado em "Time and a word", Ucrânia, Um tempo, um lugar
1 Comentário
O melhor feijão preto da Ucrânia!
Alessandro já estava estudando na Ucrânia, mas a saudade do feijão que comia em Prudentópolis deixava um buraco no estômago e um vazio no coração. Decidiu usar a experiência de agricultor, trabalhando desde pequeno no sítio da família, na Linha Eduardo Chaves, interior do município paranaense com forte influência da imigração ucraniana. Levou na mala sementes do feijão preto brasileiro e semeou num terreno emprestado nos arredores de Lviv, cidade onde vive no oeste da Ucrânia. Com a ajuda do amigo e colega Juliano, colheram uma boa safra. Não mais a fome daquele caldo abençoado! Não mais a saudade da mesa de casa. Na Ucrânia, tem feijão preto sim. Com linguiça calabresa e outras iguarias possíveis. E eu garanto: é o melhor feijão da Ucrânia!
Publicado em Colegas e amigos, Ucrânia, Um tempo, um lugar
Com a tag feijão preto, Lviv, Prudentópolis, saudade de casa, Ucrânia
2 Comentários
A melhor ideia do mundo
Jovens em Kiev apontam cartazes em nossa direção. Não querem anunciar nada, nenhum produto à venda. Apenas a vontade de abraçar quem passa. Apenas dizer que um abraço é a melhor notícia, a maior novidade. A mais sincera e pura das revelações. Aproximar o coração do outro, apertar as mãos nas costas. E só. Depois cada um segue o seu caminho, bem melhor do que antes. Quem dá o abraço, também recebe. Apenas um carinho, manifestação singela do amor, sem intermediários, políticos, ágio ou comissões. Apenas um abraço. De graça, como o ar que se respira.
Publicado em "Time and a word", Ucrânia
Deixe um comentário
O lugar mais feio do mundo
Medo e desolação tomam conta de quem se aproxima deste lugar. A foto mostra o mais perto que um visitante pode chegar. A radioatividade só permite ficar aqui por 15 minutos. Vinte e cinco anos depois, embutido numa capa gigantesca de concreto e metal, no interior do reator destruído, está o magma solidificado de combustível radioativo, urânio, césio, plutônio, soterrado por toneladas de chumbo. Exalando radiação que ainda é capaz de matar. Sugestivamente, a carapaça foi batizada de sarcófago. Foi o máximo que o homem conseguiu fazer depois da grande explosão de 26 de abril de 1986. Uma data pra não ser esquecida. O dia da maior catástrofe nuclear que o planeta já viu. Quem ainda tem dúvidas sobre os riscos de uma usina nuclear, deve ir a Chernobyl, respirar o ar que paira sobre a usina desativada. Andar pelas ruas abandonadas de Pripyat, a cidade construída para abrigar trabalhadores e suas famílias, que tiveram que fugir às pressas, deixando para trás os lares e os sonhos. Os “refugiados atômicos” de Chernobyl. Entre espanto, temor e esperança, eu prefiro ficar com a última.
(curiosamente, o arquivo da foto é o 666.jpg)
Publicado em "Time and a word", Ucrânia
Com a tag catástrofe atômica, Chernobyl, energia nucelar, usina nuclear
5 Comentários
Céu de Curitiba
Você olha e não acredita. Apenas espera uma definição. A diferença entre estável e instável se mede em segundos. É mera formalidade. Às vezes é cor, em outras contraste. É bom não subestimar o cinza. Ele existe e aqui tem luz própria.
Publicado em Meio tempo
Deixe um comentário
Vento e pátria
Celebro o dia na pátria gigante, que chora e se diverte nos passos longos das botas. Do alto da torre, eu vejo passado e presente de um lugar que enraiza desejos, vidas e crenças. A história feito cobre, coberta de ouro, de glórias e derrotas. A “cidade do Leão” é apenas uma das jóias da tua coroa, repleta de pedras e diamantes. A bandeira não poderia silenciar, quando o vento traz de longe uma canção.
Publicado em Ucrânia, Um tempo, um lugar
Deixe um comentário
Lá vamos nós, de novo
Over the seas, ´round the blue ball. Tomorrow we´ll be in the other side, in the old continent. I wish all be ok. I´ll send news from there.
Publicado em Um tempo, um lugar
1 Comentário






