Curitiba 319 anos (by bus)

foto de Antonio Parracho

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Millôr (por Zé Beto)

A verdade da vida

28 mar 2012 – 18:44

Esta é a verdade: a vida começa quando a gente compreende que ela não dura muito. (Millôr Fernandes)

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Humor brasileiro de luto (de novo)

Depois da partida de Chico Anizio para os palcos do “além do aquém”, como dizia o personagem “Vampiro brasileiro”, em que o humorista interpretava um vampiro desastrado e canastrão, o humor brasileiro tem mais uma baixa. Em menos de uma semana, agora quem parte é  Millôr Fernandes, o gênio da charge, das frases cortantes, da filosofia ligeira, profunda, do “livre pensar é só pensar”, das peças de teatro, dos textos marcantes sobre a realidade brasileira. Millôr foi (me perdoem a citação!) uma reencarnação literária do quilate de um Machado de Assis. Embora não tenha sido um escritor de uma prosa extensa, de romances, Millôr foi um cronista diário, irônico, investigador da alma brasileira. Tinha um faro para as piadas que, muitas vezes, despertavam apenas um sorriso amarelo e um inevitável: “pois é…”

Eu li Millôr desde a adolescência. Na Veja, na página que manteve por décadas. Também no Pasquim, o jornal que imortalizou tantos jornalistas e chargistas fantásticos, alguns até hoje na lida. Depois fui conhecer o Millôr nos livros e o dramaturgo incisivo. Acho que o lugar para onde eles foram estava triste demais. E o “gestor lá de cima” deve ter pensado que nós não merecíamos mais esses dois gênios do riso, do pensamento, da reflexão sobre nós mesmos. Eles devem ter ido fazer graça para outras plateias, mais dispostas a refletir sobre a própria existência, coisa que aqui são poucos que fazem.

Mais sobre Millôr:

morre-no-rio-o-escritor-millor-fernandes.html

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Um tiro no coração da Amazônia

Quem fiscaliza os desmandos de um mega empreendimento? Quem paga para desalojar pessoas que deram suas vidas pela sobrevivência à margem dos rios, na periferia de cidades, dentro de aldeias indígenas? Tudo o que não for a versão oficial do consórcio de empreiteiras que está enriquecendo às custas de uma usina maldita, para eles não é a verdade. Pois eu digo: a verdade sobre Belo Monte está aqui:

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Paiol de pólvora

Com Beto Lanza (à esq), superintendente da Fundação Cultural de Curitiba e Chico Nogueira, ator e diretor de teatro. A conversa foi sobre o Teatro Paiol, inaugurado em dezembro de 1971 por nada menos do que Vinicius e Toquinho, ao lado de Marília Medalha e do Trio Mocotó. Vininha (como era chamado carinhosamente o poeta) e Toquinho fizeram história no Paiol e o teatro de arena de Curitiba inspirou a dupla a compor um clássico chamado “Paiol de Pólvora”. A música foi tema da novela “O Bem Amado”, de Dias Gomes, e foi censurada pela ditadura militar. A Fundação Cultural recuperou o áudio original daquela memorável apresentação. A conversa vai ao ar no programa Passado e Presente, da ÓTV, na próxima terça-feira, dia 27 de março, às 21h35. Quem quiser acompanhar em tempo real: http://www.otv.tv.br

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Petróleo no paraíso

clique pra ver:

abrolhos

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Lugares pra ver

Ponta da Pita, Antonina/Paraná.

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Telhados de Lviv

Pra conhecer Lviv é preciso subir num telhado. De lá se vê os outros telhados, de dourado a marrom, do amarelo ao cinza, e é possível sentir a força e o poder de um povo que dá valor à liberdade. Respirei fundo, debaixo da fina garoa e do céu repleto de nuvens escuras, como as que cobriam o céu da Ucrânia no período seguinte à Primeira Guerra Mundial, com a dominação russa. Dificuldades que se agravaram na época da Segunda Guerra, desta vez com a loucura nazista pisando terras ucranianas.  O dia era nebuloso, mas no coração havia sol, um calor que nos faz sentir mais próximos. Nos faz sentir como se também fôssemos dali, daquela terra que produziu soldados da paz, canções de liberdade, amor pela pátria, saber e arte.

(fotos feitas do telhado do prédio da prefeitura de Lviv, Ucrânia, em outubro de 2011)

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samba no prato e verso de improviso

do filme Partido Alto, de Leon Hirzman. Candeia dá uma aula de partido alto.

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Pra nivelar a vida em alto astral

Samba memorável com a eterna Jovelina Pérola Negra…

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