Rio, mar e alma.

Rio da Madre, que corta a Pinheira e deságua na Guarda

“…O que nos leva à errância quando bem podíamos ficar quietos? …Por que temos gosto em ficar parados em vez de deambularmos constantemente? Ficar é a excepção. Partir é a regra. O Homo Sapiens sobreviveu porque nunca parou de viajar. Dispersou-se pelo planeta, inscreveu a sua pegada depois do último horizonte. Mesmo quando ficava, ele estava partindo para lugares que descobria dentro de si mesmo.” (Mia Couto, em “E se Obama fosse africano?”)

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