Chefia e Zé

Zé Raimundo, Susy Costa e eu

Aniversário de 40 anos do Jornal Nacional, no Rio de Janeiro. Ao lado de dois ídolos, o repórter Zé Raimundo, da Rede Bahia (afiliada da Globo) e a editora Susy Costa (da TV Verdes Mares, Fortaleza), que eu chamo carinhosamente de “Chefia”! Dois grandes profissionais e duas pessoas maravilhosas. Gente de coração lindo e alma brilhante.

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Padre Pio

“Quem tem medo de se perder não se perde.”

(Santo Padre Pio de Pietrelcina)

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Pertinho do céu

“Vivo tão perto do céu que, quando eu rezo, a resposta vem na hora”, diz Chacon, que vive no 29º andar do Edifício Tijucas, no centro de Curitiba, há mais de 40 anos.

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O pistoleiro Clint

Quem não curtiu no cinema as atuações memoráveis do carrancudo ator de bons roteiros policiais? Ou quando ele esteve na pele de durões e implacáveis pistoleiros e xerifes dos westerns? Ator de talento, que já inspirou muitos outros, com certeza, com um estilo único em Hollywood. Homem de convicções, o senhor Eastwood se lançou num discurso ousado, em prol da campanha do candidato republicano à presidência dos EUA, Mitt Romney. Ao lado de uma cadeira vazia, o ator de 82 anos, desenrolou uma conversa fictícia com o presidente Barack Obama, que concorre à reeleição. Em tom debochado, ele “deitou e rolou” no seu interlocutor ausente. Sem receio de atuar como um velho direitista conservador, o senhor Clint arrancou aplausos de seus correligionários, mas também despertou comentários ácidos entre críticos de cinema, atores, diretores, comediantes que se alinham nas fileiras dos democratas.  As eleições presidenciais americanas são um show. O público que vai aos comícios reage como se estivesse no cenário de um espetáculo, diante de seu ator favorito. Há muita hipocrisia, mas também há um tom direto e sem rodeios quando um candidato se refere ao outro. Um clima de suposta franqueza, mas incapaz de convencer que a disputa maniqueísta entre o bem e o mal, entre “conservadores” e “democratas” é suficiente para uma democracia que pressupõe, no mínimo, um pluralismo de opiniões e opções políticas. Infelizmente, o nosso “pluralismo” eleitoral também não se mostra suficiente e eficaz para construir uma democracia decente. Aqui nos falta ética no trato da coisa pública, homens cuja moral não impeça de ocupar o espaço da administração pública. Ainda temos muito chão pela frente, muito para melhorar em termos de qualidade dos que se apresentam, eleição após eleição, como candidatos. Muito para melhorar em seriedade e viabilidade de projetos, de programas. Pelo menos lá, os “pistoleiros” limitam a sua atuação ao palco, ao show.

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Conversas com Jimmy

Tô querendo respirar, disse ele. Mas o ar da minha cidade tá seco e pesado, poluído. Quero caminhar livre, sabe, olhando só o verde, mas na rua tem carro demais. Aliás, a rua é só dos carros e seus motoristas apressados, impacientes, imprudentes! – sacramentou. A gente caminha na calçada torcendo pra que um deles não resolva subir também. E ademais, é tão ruim andar no meio dessas placas com caras de gente que parece que sempre foi seu amigo, sempre esteve do seu lado. Se apresentam com um número, um sorriso e acham que é o bastante pra te convencer. Qual nada, mais um entulho pra atrapalhar a minha caminhada. Quero o sol na minha cara – bradou como se implorasse – mas ele está de mau humor com essa história de promover a lua à condição de cheia, azul e vampiresca. Jimmy silenciou. Estou de saco cheio – disparou na sequência de um suspiro. Não quero bala, nem tiro, nem mordaça. A fumaça é do meu coração que se despedaça.

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Over the moon

Meu registro para a “Lua azul”:

http://www.youtube.com/watch?v=EEEb9PnOvhY

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Pensa num “xis”

Anúncio de bar e restaurante em Ingleses, Floripa

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Me provoque pra ver

Ouvi essa música pela primeira vez acho que em 1976, no palco de um festival de rock em Camboriú. No palco quem tocava era “A Chave”, lendária banda de Curitiba, da década de 1970, com Ivo Rodrigues nos vocais. Nunca mais esqueci, mas fiquei um bom tempo sem ouvir. Só recentemente reencontrei essa e outras canções nos discos do Blindagem. E, ao receber Paulo Teixeira e Paulo Juk para uma entrevista no estúdio da Otv, não deu outra: pedi pra eles tocarem, ali, acústico e ao vivo. Foi demais!

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Trio de talento

da esq.: Ramon Pereira, Jorge Narozniak e Anderson Marcelino

Três caras que me dão o privilégio de compartilhar o trabalho. O repórter cinematográfico Ramon Pereira, um pantaneiro que já passou pela Globo, por Angola, está há vários anos na RPCTV e é “o cara” com a câmera no ombro. O jornalista Jorge Narozniak, ucraniano de nascimento, brasileiro de alma, um apaixonado por história, por boas histórias, pelo curioso e único que há em cada papel, foto, documento que ele encontra ou descobre no fundo de algum baú. E o Anderson Marcelino, “Polaco” para os colegas e amigos, que é um dos melhores auxiliares técnicos que existem por aí e agora, depois de muita luta, está se tornando repórter cinematográfico, por mérito próprio, ao aprender a pilotar uma XD-Cam com muito talento. Obrigado pela parceria, rapaziada!

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O poeta está aqui

Mural dedicado ao poeta, no quinto andar no Shopping Estação, onde funciona a Estação Business School

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