essa é outra daquelas

Outra, quem sabe a mesma lua, dita por Caetano.

http://www.youtube.com/watch?v=TnEcfM9ufO4

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Lua soberana (por Caetano Veloso)

Acho que isso acontece com todo mundo. Há canções que te acompanham pela vida.  Aparecem assim, de repente, em situações diversas e curiosas, como se estivessem pontuando certos momentos da nossa existência, dando um sinal, trazendo algo importante à lembrança ou simplesmente musicando uma viagem, uma parada pra pensar, um instante entre amigos. Esta é uma dessas músicas, que  de vez em quando começam a tocar, tomam conta do ambiente. E me fazem lembrar de muitas coisas…

http://www.youtube.com/watch?v=NdkzQ5_Sv_8

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Roots

“Raízes” é um projeto do fotógrafo Lunaé Parracho. Iniciativa que nasceu e segue em frente com a cara e a coragem, sem apoio financeiro, sem patrocínio e com a colaboração de alguns poucos corajosos parceiros. Intenção de fazer jornalismo sobre pautas “fora da rotina”, em lugares pouco prováveis e sobre temas que não frequentam diariamente os grandes jornais. Em outras palavras, um Brasil distante, que pouca gente conhece, perdido na selva, onde se pretende derrubar o pouco que sobra de florestas, explorar gente e riquezas naturais ao atropelo da lei e dos interesses de quem nasceu e vive com dificuldade nessas terras, construir hidrelétricas, instalar turbinas, transformar rios em lagos artificiais e cometer toda a sorte de abusos e absurdos. Quanto menos gente souber disso, melhor, é o que pensam os donos do poder com interesses ambiciosos e certeza da impunidade e da pequena repercussão. “Raízes” vai na contramão do processo. E usa as redes sociais para dar voz a um canto do cisne, que acredita que vale a pena defender o que ainda resta, que vale a pena fazer a sua parte, ainda que pequena, ainda que tardia. Se você também acredita, pode ajudar conhecendo este projeto, curtindo se gostar, compartilhando se achar que o trabalho merece e acompanhando os passos de uma viagem aventureira na essência, incerta quanto aos meios (pouca grana, nenhum conforto, um carro 1.0) mas precisa quanto aos objetivos.

Acompanhe os relatos dessa viagem em:

https://www.facebook.com/pages/Agência-Raízes/325164910928882?fref=ts

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A qualquer custo

Lideranças de BeloMonte raptadas e deixadas a 300 km

Enviado por mpaiva, sex, 12/04/2013 – 17:54

Custava , além de proporcionar tantos (bem vindos) postos novos de trabalho , tratar com respeito e democracia os trabalhadores ? Ah é , custava … menos lucro para o Consórcio Construtor !

E dá-lhe canteiros militarizados , trabalhadores (literalmente) confinados , armas para constranger e submeter os trabalhadores !

Tratar greves e grevistas como caso de polícia é do tempo de , de … do Lula quando ainda era sindicalista ?!!

http://www.brasildefato.com.br/node/12629

Lideranças de Belo Monte são raptadas e deixadas a 300 km de Altamira

Três trabalhadores foram colocados dentro de uma van com a roupa do corpo e deixados no meio da Transamazônica

Dois seguranças patrimoniais do Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) e dois guardas da ROTAM mantiveram em cárcere privado três lideranças da greve dos trabalhadores dos canteiros de obras da barragem de Belo Monte (Pará) na madrugada dessa quarta-feira (10). A denúncia foi feita por uma das lideranças.

O trabalhador em questão pediu para não ter seu nome publicado por questão de segurança. Alojado no canteiro de Belo Monte, que se mantém em greve desde sexta-feira (5), ele foi surpreendido pelos seguranças às 4h da manhã quando saía para continuar a paralisação.

“Encostaram o carro e já foram obrigando a entrar. Diziam que eu era culpado e que tinha causado um prejuízo de R$ 1 milhão e meio para a empresa”, contou por telefone o operário, que se encontra em Santarém (PA). Ele denuncia que foi levado com outros dois companheiros dentro de uma van com a roupa do corpo e deixado no meio da Transamazônica, sentido oeste, a mais de 300 km de Altamira. “Saímos daí às 6h e nos largaram às três e meia da tarde.” Junto com os seguranças e guardas, estava um homem que se apresentou como oficial de justiça, porém, sem apresentar identificação.

Nesse percurso, sofria violência psicológica. “Diziam que eu era uma ameaça direta e que só iam nos soltar se acabasse a greve”, denunciou. “Também falavam que eles compravam quem quiserem porque é o CCBM que manda em Altamira.”

O trabalhador pretende voltar a Altamira e denuncia as condições de trabalho dentro do canteiro de obras da barragem. Ele enumerou  alguns exemplos de violações de direitos: “Um pai de família quebrou a perna e não deixaram sair, dizendo que não era nada. Um outro que o pai faleceu não pôde viajar para o enterro. Muitos trabalham sem o adicional noturno.”

De acordo com o trabalhador, o Ministério Público já entrou em contato e pretende resgatá-los. Os três operários estão alojados em diferentes hotéis de Santarém (PA).

Greve

Os trabalhadores estão en greve desde sexta-feira passada (5), quando uma revolta paralisou as obras da hidrelétrica de Belo Monte em dois canteiros: Pimental e Belo Monte, na região de Altamira (PA). A paralisação atingiu cerca de 5 mil operários.

No início desta semana, o canteiro Pimental voltou aos trabalhos, mas Belo Monte continuou a paralisação, apesar do Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM) afirmar que as obras tinham voltado em todos os canteiros.

Na noite de ontem (10), duzentos trabalhadores em greve marcharam desde o canteiro de obras até a cidade de Altamira. Eles foram acolhidos em um espaço da igreja. Na manhã dessa sexta-feira, fizeram um ato público em frente à Casa de Governo e ao Ministério do Trabalho para reivindicar seus direitos.

Os trabalhadores reivindicam o pagamento do adicional de 40% para os que são alojados no canteiro (uma promessa do Consórcio Construtor de Belo Monte), intervalo de baixada de 90 dias para todas as categorias e o fim do sistema “5 por 1”, em que as folgas caem em dias aleatórios e aqueles que trabalham aos fins de semana não recebem hora extra.

Os operários que não ficam alojados nos canteiros recebem um adicional de 20% referente ao tempo de deslocamento da cidade de Altamira até os locais de trabalho, que pode ultrapassar duas horas. Com a conclusão dos alojamentos, os trabalhadores perdem esse efetivo, além de serem privados da convivência na cidade. Por isso, estão exigindo que o consórcio cumpra sua promessa e pague as chamadas “horas confinamento”.

O problema se dá em especial com os trabalhadores que migraram de outras regiões do país para trabalhar na obra, mas também preocupa trabalhadores de cidades vizinhas, como Brasil Novo, que deixarão de contar com transporte diário, sendo forçados a se mudarem para o canteiro e ver seus familiares apenas uma vez por semana. Os residentes em Altamira, a princípio, continuariam contando com o transporte.

Força Nacional dentro do canteiro

Os trabalhadores também denunciam os problemas decorrentes da presença da Força Nacional no ambiente de trabalho. Há um efetivo instalado dentro do canteiro de obras desde o final do mês de março, por determinação do Ministério da Justiça, após a ocupação do canteiro por indígenas e ribeirinhos. A previsão de permanência é por 90 dias, prorrogáveis, sob desculpa de evitar ocupações de manifestantes que possam motivar paralisações.

Trabalhadores relataram serem tratados pela Força Nacional “como bandidos”, em especial nos dias de folga. Grevistas denunciaram que, durante a paralisação, a Força bloqueou os acessos aos canteiros e forçou os trabalhadores rebelados a entregarem seus cartões de identificação, para que fossem encaminhados ao RH e demitidos. Até trabalhadores que não tinham relação com o movimento também tiveram seus documentos confiscados. “Muita gente inocente vai rodar com essa história”, denunciou um encarregado. Ao menos 450 trabalhadores foram demitidos, segundo estimativa do  Sindicato da Construção Leve de Altamira.

Na manhã deste sábado (6), ao menos um trabalhador foi preso e algemado, aparentemente por recusar-se a entregar seu cartão de identificação. A Força Nacional também ameaçou prender dois integrantes do Sindicato da Construção Leve de Altamira que estavam no local. Eles receberam um interdito proibitório e não podem mais pisar no canteiro.

A Força Nacional está sendo abertamente empregada para garantir o andamento das obras de barragens no Pará. A situação ocorre não apenas em Belo Monte, mas também na região do rio Tapajós, onde um efetivo de 250 homens foi designado para impor os estudos do Complexo Hidrelétrico Tapajós às terras dos índios Mundurukus.

Além disso, ontem foi autorizado o envio de tropas da Força Nacional para atuarem nas regiões das usinas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia, por um prazo de 180 dias, para “garantir a incolumidade das pessoas, do patrimônio e a manutenção da ordem pública”. Os 28 mil trabalhadores das duas usinas estão em greve desde o início desta semana.

O Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM), formado pelas empreiteiras Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Odebrecht, entre outras, anunciou que negocia apenas com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada do Pará (Sintrapav), que não está participando das mobilizações.

Trabalham atualmente cerca de 20 mil pessoas nos canteiros de Belo Monte. A previsão é que, com o pico da obra, ainda este ano o número de contratações chegue a 28 mil.

http://www.advivo.com.br/blog/mpaiva/liderancas-de-belomonte-raptadas-e-deixadas-a-300-km

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Passeio

Link para assistir o programa Passado e Presente, da Ótv, sobre o Passeio Público, o primeiro parque de Curitiba. Com os jornalistas Jorge Narozniak e Dante Mendonça.

http://www.otv.tv.br/video/as-historias-e-curiosidades-do-passeio-publico/

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Esses patifes (por Ruy Sposati)

Ruy Sposati tem um jeito especial de olhar esse Brasil que pouca gente conhece. Com os olhos da verdade. Um olhar que apenas costumam ter os enganados que correm atrás de sonhos e pesadelos das corridas do ouro, das malditas usinas devastadoras e dos usurpadores da floresta e dos seus povos nativos. Indios, o Ruy conhece bem. Pescadores e obreiros, ele sabe o que sentem e do que precisam. Agora, em CD, você também pode conhecer um pouco mais o trabalho deste jornalista da resistência, que milita na última fronteira pela conservação do que na minha opinião já está fadado a desaparecer, apesar dos protestos e da teimosia de uns poucos guerreiros. A gente devia ser como os Munduruku, enfrentar as barbaridades com o arco e a flecha. Não são simples canções que você vai ouvir, são verdades em forma de música. São as verdades deste Brasilzão que poucos cantam. Na verdade, Ruy, “nós”, que nos chamamos “brasileiros”, não estamos nem aí. Ainda bem que gente como você existe, de verdade.

http://umdistantemaestro.com.br/?portfolio_12=ruspo-2013

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Condicionantes só no papel

Outro dia recebi uma mensagem de um leitor dizendo que usinas hidrelétricas na Amazônia vão trazer desenvolvimento e progresso para a região. Penso que o desenvolvimento que se deve estimular na Amazônia não pode ser o mesmo que se construiu no restante do país, sobretudo nas regiões sul e sudeste. Não dá pra pensar em geração de energia na Amazônia para abastecer indústrias que funcionam em São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro ou em Belo Horizonte. E que infelizmente já existem, como as que exploram minérios. É uma aberração pensar o surgimento de uma indústria mecânica, metalúrgica ou química no meio da floresta com uma importante biodiversidade e com muita coisa desconhecida, ainda, pela ciência. Além disso, qualquer empreendimento que se pretenda criar na Amazônia deve obedecer a um rigoroso estudo de risco à natureza e de impacto ambiental, mesmo que seja uma supostamente ingênua geração de energia hidrelétrica, chamada de “energia limpa”. Mais do que isso, uma vez aprovado um projeto do porte da Usina de Belo Monte, é preciso exigir medidas abrangentes que reduzam os impactos ao meio ambiente e às populações locais. E que ofereçam qualidade de vida aos habitantes da região. A julgar pela reportagem publicada no site do Instituto Socioambiental, isso está bem longe de acontecer no caso de Belo Monte e os moradores da cidade Altamira estão entre as vítimas do descaso e da falta de responsabilidade do Consórcio construtor, bem como das autoridades que deveriam fiscalizar e exigir o que está expresso em acordos que permitiram a concessão da licença ambiental de instalação. Se as usinas hidrelétricas estão aí para trazer o desenvolvimento da Amazônia, este está demorando a chegar.

http://www.socioambiental.org/nsa/detalhe?id=3744

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Poemas na praça

Os bancos da praça na praia de Coqueiros, Florianópolis, são um convite à poesia. Trazem inscrições com trechos de obras dos poetas da terra, que acrescentam à paisagem um pouco de cultura. E é uma maneira criativa e inteligente de valorizar os talentos locais.
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Quem senta nos bancos, tem esta vista da praia de Coqueiros…

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Um passeio pelo Passeio

O Passado e Presente recebe na próxima terça-feira os jornalistas Dante Mendonça e Jorge Narozniak pra falar sobre o Passeio Público, primeiro parque de Curitiba, a cidade que poderia ser chamada “rainha dos parques”!!! Veja a chamada do programa e se tiver um tempinho, curta a nossa página no Facebook.

https://www.facebook.com/photo.php?v=10200750012849962&set=vb.153390908053685&type=2&theater

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Diga não à impunidade

A sociedade deve apoiar e defender o trabalho do Ministério Público, em todas as suas atribuições legais. Diga NÃO à impunidade, diga SIM à democracia e a livre atuação do MP! MORDAÇA NUNCA! Assine você também a petição!

http://www.mp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=4889

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