antídoto

Eu quero o céu porque lá, me disseram, não existem mágoas. Porque lá, todos já superaram  a mesquinhez, a dor, o sofrimento. Todos elevam preces, tocam harpas em acordes angelicais. Nas profundezas do azul e do branco, os chatos se conscientizaram, os maus se redimiram e o orgulho egoísta se diluiu no éter espiritual. Eu quero o céu, quero provar do antídoto para os venenos terrenos. Eu quero uma passagem só de ida, na mais completa e humilde resignação.

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Uma resposta para antídoto

  1. Ao som de Lourimbau: “espero nunca fraquejar diante de mãe natureza/as vezes me sinto um menino diante de tanta beleza/kundera kundera kundê/a maior parte do mundo está surdo e vive nessa perdição/ a barca do mundo furou, a gangue do mundo atacou/ …o meu caminho é a salvação”

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