O exército de Brancaleone

à esq.: o repórter cinematográfico Sérgio Vertis. Do outro lado, o eterno companheiro Ricardo Cardoso, o saudoso "KuKa"

Estávamos em Cabo Polônio, litoral norte do Uruguai, próximo à fronteira com o Brasil. Um paraíso, uma praia sem energia elétrica, quase selvagem, onde os lobos e os leões marinhos tem uma ilha para acasalar e reproduzir. Lugar onde alguns hippies e andarilhos resolveram fincar âncora, depois de muito caminhar por aí. Estávamos felizes, gravando muito e gravando bem. Um momento para lembrar e matar a saudade dos velhos e grandes amigos. Dos velhos tempos. A gente superava todas as dificuldades, supria todas as carências. Serjão costumava dizer que éramos o “incrível exército de Brancaleone”, se referindo ao filme de Mario Monicelli. Isso foi em março. Em setembro, enfrentaríamos o pior dos momentos. A queda de helicóptero no Monte Roraima e a morte do KuKa. Parceiro: onde você estiver, sei que está sorrindo e olhando pra gente aqui embaixo. Essa é pra você, meu velho e bom companheiro.

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