\”A brisa descendo das colinas\”, na canção de Alceu Valença
Uma das sete maravilhas da natureza está no Paraná. Entre 400 lugares espalhados pelo mundo, as quedas d´água na fronteira do Brasil e Argentina, foram escolhidas num processo de votação longo, que se arrastou por meses. Foi o resultado de uma grande mobilização popular, por meio das redes sociais, campanhas de tv e outros veículos de comunicação. Mas foi também o reconhecimento natural de uma verdade cristalina: as Cataratas são mesmo uma maravilha, de qualquer ponto de vista que se olhe. Trabalhando por três anos em Foz do Iguaçu, fiz muitas matérias sobre as quedas e em cada uma, ouvia sempre os mesmos depoimentos de turistas do Brasil e do mundo todo. Gente que não poupava exclamações diante da beleza, da grandiosidade do cenário. A gente até brincava na redação, com as expressões que se repetiam: “wonderfull”, “amazing”, “incredible”, a cada entrevista, a cada reportagem. As Cataratas são mesmo fantásticas. E se você for lá 100 vezes, vai ver aquele lugar de 100 jeitos diferentes. Cada visita é única, porque a natureza comanda ali uma dinâmica que se modifica de acordo com o nível do rio, das chuvas ao longo do Iguaçu e não somente ali na fronteira, ou com a estiagem que transforma completamente o espetáculo. Uma vez, caminhamos sobre as pedras, debaixo da passarela, de tão baixo que estava o nível do rio. Cheguei a derrubar do bolso os óculos de sol que trazia. Caiu numa poça formada por um restinho de água no canto de uma pedra. E, acredite, conseguimos encontrar os óculos ali. Algo impossível de se imaginar vendo aos saltos com a vazão normal ou quando o rio “enche” e é aquele “mundão de água”, despencando das dezenas de cachoeiras. É preciso comemorar a entrada na lista das “Sete novas maravilhas da natureza”, sem esquecer que as Cataratas são “a joia da coroa” de um dos mais importantes Parques Nacionais brasileiros, o Parque Nacional do Iguaçu. Se o Parque não fosse bem cuidado, se o meio ambiente ali não fosse protegido, com certeza, esse lugar não seria tão maravilhoso.
Quando morre um jornalista, no exercício da sua profissão, vítima da violência, da perseguição, da repressão, da intolerância ou por vingança, a imprensa perde. A sociedade perde, todos perdemos. A violência desta guerra civil, movida pelo tráfico, silencia mais uma testemunha da realidade dura e crua deste país, a sociedade perde um olho, uma luz, fica um pouco mais cega, um tanto mais no escuro. Minha homenagem ao colega Gelson Domingos da Silva, que morreu se arriscando para mostrar a todos a cruel realidade deste país.
http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/10/belo-monte-nosso-dinheiro-e-o-bigode-do-sarney.html Belo Monte, nosso dinheiro e o bigode do Sarney revistaepoca.globo.com
Entrevista a Eliane Brum, Revista Época.
Um dos mais respeitados especialistas na área energética do país, o professor da USP Célio Bermann, fala sobre a “caixa preta” do setor, controlado por José Sarney, e o jogo pesado e lucrativo que domina a maior obra do PAC. Conta também sua experiência como assessor de Dilma Rousseff no Ministério …
Veja o programa na íntegra, no site da RPC TV: http://www.rpctv.com.br/meuparana
PARTE 1: http://video.globo.com/videos/rpctv-meuparana/v/meu-parana-parte-1/1682901/
PARTE 2: http://video.globo.com/videos/rpctv-meuparana/v/meu-parana-parte-2/1682871/
“Inna Shevchenko, fundadora do grupo Femen, conta o que há na cabeça por trás dos corpos que chamam a atenção do mundo para a Ucrânia.”
Leia a íntegra da entrevista, uma crítica feroz ao governo ucraniano, à hipocrisia da sociedade, a uma Europa que não tem nada de glamourosa, nada de cor de rosa!
http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/998693-feministas-ucranianas-usam-a-nudez-para-protestar.shtml